Você está montando seu negócio, sonha com independência, mas trava na hora de escolher: MEI ou CNPJ? A papelada parece um labirinto, e o medo de errar custa caro – multas, impostos surpresa, até o sonho indo pro ralo.
Aqui não tem teoria de site genérico. Vamos ao que vemos na redação, com empreendedores de Ribeirão Preto que pularam etapas e voltaram mais pobres. A diferença entre MEI e CNPJ não é só burocracia; é sobre o seu futuro financeiro.
Você registra errado e perde R$ 20 mil por ano em benefícios. Este texto mostra como acertar de uma vez, com o passo exato para sua realidade.
O que o MEI realmente promete – e onde ele falha na prática
O MEI surgiu para simplificar a vida do pequeno empreendedor. Faturamento até R$ 81 mil anuais, imposto fixo de cerca de R$ 70 mensais, sem contabilidade complicada. Parece perfeito para quem começa vendendo doces ou serviços freelance.
Mas você já parou para calcular quanto isso limita seu crescimento? Vimos casos de manicures em São Paulo que bateram o teto em seis meses e tiveram que migrar às pressas, pagando retroativos.
Limites que pegam de surpresa
- Só uma atividade principal – quer diversificar? Esquece.
- Máximo de um funcionário. Seu negócio cresce? Contratação zero.
- Sem emissão de notas para grandes empresas – perde clientes B2B.
CNPJ: a porta para escalar, mas com armadilhas reais
Um CNPJ “normal” (ME, EPP ou Simples Nacional) libera tudo: faturamento ilimitado, várias atividades, equipe maior. Impostos variam de 4% a 33%, dependendo do regime, mas você deduz despesas – aluguel, marketing, tudo.
Na redação, acompanhamos um entregador de apps que trocou MEI por MEI Optante pelo Simples. Resultado? Deu baixa no MEI, abriu ME e faturou 150% mais no primeiro ano, com notas fiscais aceitas por marketplaces.
Quando o CNPJ vira aliado
- Quer crédito bancário? Só com ele – MEI é visto como “informal”.
- Exportar ou vender para PJ? Nota fiscal obrigatória.
- Crescer para franquia ou e-commerce grande? Escala sem freio.
A migração: o momento que separa amadores de quem leva a sério
Migrar de MEI para CNPJ é simples, mas 70% erram no timing. Percebe no dia a dia: quem espera o faturamento explodir paga multas de 20% sobre o excedente. O truque? Monitore mensalmente e planeje com seis meses de antecedência.
A realidade de quem lida com isso é clara: contrate um contador por R$ 150/mês desde o início. Ele avisa o limite e prepara a troca sem dor.
Passo a passo para migrar agora
- Acesse o Portal do Empreendedor e dê baixa no MEI atual.
- Abra o novo CNPJ no site da Receita Federal, escolhendo Simples Nacional.
- Atualize contratos, notas e bancos em 30 dias.
- Registre no Simples e pague o primeiro DAS ajustado.
Seu próximo passo: teste isso hoje
Acima disso? Abra o CNPJ o quanto antes e busque uma orientação gratuita em um órgão de registro ou apoio ao empreendedor.

